Talvez por mais que dediquemos amor às nossas mães, só tenhamos a exata dimensão do quanto ela é, foi e será importante em nossas vidas, quando sentimos falta de um colo, de uma suave mão em nossas cabeças, acalentando-nos nos momentos difíceis da vida.
Um dia, estaremos lá no lugar delas, com certeza todos dirão: eu sou uma boa filha, ou uma boa neta. É bom que se reflita para que não choremos mais tarde por não termos doado o amor como recebemos. E se não recebemos tanto quanto queríamos, ou gostaríamos, devemos ter o discernimento de que nem sempre grandes mulheres souberam o que é ser amadas, e por isso mesmo sem se aperceberem, amam às vezes até desesperadamente, mas não sabem demonstrar esse amor com gestos físicos como um toque de leve no rosto ou em nossas mãos. Se você puser a sua mão na mão de sua avó, com certeza um momento mágico acontecerá. A magia do toque leva-nos a ver o outro através do coração.
Existe uma lenda, um pouco perversa, que fala das madrastas a quem também presto minha homenagem, principalmente algumas que conheço que criaram com amor de mãe biológica os filhos do seu amado.
A todas as mães que estão com os filhos por nascer, amando-os já em seu ventre e aqueles que já vieram ao mundo, desejo que sejam muito amadas.